A Menina No Espelho
   
    


TRINTA E POUCOS ANOS. ESCREVE PORQUE LÊ.

"Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador."

"Agora um pedido: não me corrija. A pontuação é a respiração da frase, e minha frase respira assim. E se você me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar. Escrever é uma maldição." Clarice Lispector


CLARICE, SEMPRE.




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DEFYING GRAVITY

WICKED

Elphaba, why couldn't you have stayed calm for once! Instead of flying off the handle!

I hope you're happy

I hope you're happy now

I hope you're happy how you've hurt your cause forever I hope you think you're clever

I hope you're happy

I hope you're happy too

I hope you're proud how you would grovel in submission To feed your own ambition

So though I can't imagine how I hope you're happy Right now

Something has changed within me

Something is not the same

I'm through with playing by The rules of someone else's game

Too late for second-guessing

Too late to go back to sleep

It's time to trust my instincts Close my eyes And leap...

It's time to try defying gravity

I think I'll try defying gravity

And you can't pull me down

I'm through accepting limits

Cuz someone says they're so

Some things I cannot change

But till I try I'll never know

Too long I've been afraid of Losing love I guess I've lost

Well if that's love It comes at much too high a cost

I'd sooner buy defying gravity

Kiss me goodbye, I'm defying gravity

And you can't pull me down!

Glinda, come with me. Think of what we could do - together!

Unlimited

Together we're unlimited

Together we'll be the greatest team There's ever been - Glinda! Dreams the way we planned 'em If we work in tandem

There's no fight we cannot win

Just you and I, defying gravity

With you and I defying gravity

They'll never bring us down!

I hope you're happy

Now that your choosing this.

You too.

I hope it brings you bliss

I really hope you get it

And you don't live to regret it

I hope you're happy in the end

I hope you're happy my friend!

So if you care to find me

Look to the Western sky!

As someone told me lately

Everyone deserves the chance to fly

And if I'm flying solo

At least I'm flying free

To those who ground me

Take a message back from me!

Tell them how I am defying gravity

I'm flying high, defying gravity

And soon I'll match them in renown

And nobody in all of Oz

No Wizard that there is or was

Is ever gonna bring me down!!

I hope you're happy

Look at her:

She's wicked!


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Medo

terça-feira, 10 de setembro de 2002

 
Encontro de Jovens
Minha amiga Ana me escreveu hoje perguntando se eu tinha estudado no Santo Américo,
e se conhecia o Encontro de Jovens de lá.
Que ótima oportunidade de falar sobre uma das coisas mais importantes por que já passei na vida.
Estudei no Santo Américo, sim. Amo aquele colégio. Fui tão feliz nos 11 anos lá que nem tenho o que dizer.
Até hoje sou amiga de professores da sexta, da oitava, de todas as séries. Mas amiga MESMO.
De sair pra almoçar, de falar ao telefone, de tê-los na platéia das minhas peças.
Minhas grandes amigas são quase todas as mesmas que estudaram comigo desde pequenas.
E uma das mais queridas, a Ciça, eu conheci no Encontro.
Fiz Encontro em... meu Deus!... 1988. O sexto Encontro. (E já tá no mais de 50, imagina...)
Eu estava na oitava série... E morria de ansiedade pra fazer o Encontro.
Meus três irmãos, bem mais velhos, já tinham feito havia anos, e trabalhado também...
Eu vivi décadas na escola esperando chegar a minha vez! Quando chegou... eu era a menina de Felicidade Clandestina!
Foi muito legal fazer, muito mesmo. Mas nada se compara a trabalhar nos Encontros seguintes.
Porque quando você faz, - e eu ainda por cima tinha 14 anos -, é tudo novo e você perde muita coisa.
Mas depois, quando trabalha, e começa a viver mais aquilo, daí é que vai vendo tudo de legal que tem por lá.
Além de estreitar demais a minha relação com Deus, o que me fez um bem indescritível,
o Encontro me abriu mil portas, me deu mil razões,
me levou pra perto daquilo que eu mais queria fazer: trabalho comunitário.
Trabalhei lá durante uns dez anos... E só tenho boas lembranças.
Até as amizades que eu já tinha foram super fortalecidas no Encontro.
Levei as pessoas que eu mais amei pra fazerem e sempre foi muito especial.
Enfim, é uma experiência que eu desejo que todas as pessoas tenham...
Vale muito a pena. No mínimo você sai de lá com a lembrança de um final de semana meio mágico,
rodeado de gente que, pelo menos lá, é e está feliz. E isso contagia, dá uma paz única.
Se depois a vida volta ao normal, pra bagunça de sempre, pros conflitos diários,
tudo bem... milagres não acontecem todos os dias... Mas garanto que naquelas 48 horas,
sim, você vive pequenos milagres. E, quem sabe, algum deles pode mudar a sua vida.
Eu sei que mudou a minha. Muda até hoje. Porque Deus está nos detalhes.
E muitos detalhes eu só vejo graças a esses anos de Encontro e a tudo o que isso me trouxe de bom.
E só de ter a tia Vicky na minha vida, minha amada, idolatrada, inigualável tia Vicky (mãe da Ciça),
e de tê-la visto e ouvido tantas vezes dando aquela palestra de pais e filhos com a Tóia,
só por isso, já teria valido o Encontro. Mas tem muito mais...
Além da Mônica... que eu idolatrava também, que dava um testemunho que me comovia...
Nem sei onde ela anda. Mas tenho certeza de que está bem. E eu a guardo aqui comigo.
E guardo cada palavra... Cada gesto... Cada amigo. Guardo muita, muita coisa boa.
Que saudade do Encontro.
Que vontade de me Encontrar...





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